Vinte
e quatro eletrodos instalados atrás da retina se comunicam com neurônios ainda
saudáveis.
Chip serve como retina sintética e permite ver a intensidade da luz (Fonte da imagem: Reprodução/Inovação Tecnológica)
Médicos australianos conseguiram implantar um pequeno dispositivo na retina de uma paciente que a fez enxergar a intensidade da luz. O chamado olho “pré-biônico” é uma espécie de protótipo que está sendo usado em pessoas que sofreram de retinite pigmentosa ou doenças similares.
Esse tipo de
paciente foi escolhido para testar o equipamento pelo fato de essa doença não
afetar os neurônios que recebem as informações da camada exterior do olho.
Assim, um chip equipado com 24 eletrodos é implantado atrás da retina da pessoa
e fica responsável por interpretar as variações da luz.
O protótipo
faz parte do primeiro teste clínico feito com dispositivos do gênero, que devem
evoluir para verdadeiras “câmeras” no futuro. Assim, o próximo passo da
Universidade de Melbourne é colocar um aparelho similar ao atual, com mil
eletrodos a mais, em uma retina humana, possivelmente gerando imagens de
verdade.
O implante é
feito na extremidade interna da retina do olho humano e se conecta aos
neurônios presentes. Além disso, existe um minúsculo cabo que liga o aparelho a
outros componentes externos atrás da orelha do paciente.
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